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  • Fernanda Damy Haybittle

Educação permanente: a importância de investir em capacitação profissional sempre.



O mundo profissional está cada vez mais competitivo e acelerado: antigamente, fazer uma universidade já era luxo para poucos.

Nos anos 90, fazer uma pós-graduação se tornou quase obrigatório para qualquer profissional se destacar na sua área de atuação - e com isso ter mais possibilidades de promoção ou oportunidades de trabalho.

Nos anos 2000, os MBAs estouraram e hoje, por alguns milhares de reais e dois anos de dedicação, você se torna ainda mais valioso aos olhos de seus empregadores ou investidores.

Faz sentido? Sim. É verdade? Não necessariamente.


No cenário do empreendedorismo, ter a mentalidade voltada ao aprendizado constante é muito mais significativo do que títulos ou diplomas pendurados na parede.

Na era do conhecimento, é possível encontrar informação sobre quase todas as coisas, de forma mais rápida do que um MBA, e certamente mais acessível.

O que difere as duas plataformas está não só na intenção de adquiri-las (como a vaidade de exibir seu MBA por aí) como no que você faz com a informação que obtém.


Mais vale um workshop de final de semana que traz exatamente aquilo que seu negócio precisa do que um MBA cheio de conceitos e pouca aplicabilidade na realidade da sua empresa.

É claro que eu não afirmo aqui que uma pós ou um MBA são irrelevantes, o ponto é: de que tipo de conhecimento você precisa neste momento para tornar seu negócio mais lucrativo e sustentável? Você pode esperar por dois anos ou mais para estar “pronto” e se sentir totalmente capacitado para empreender ou pode obter conhecimento de forma mais ágil e no tempo ideal para sua necessidade?


Cada caso é um caso mas, via de regra, o bom empreendedor não pára de se capacitar nunca. Ou melhor, o bom humano nunca pára de aprender. O grande lance é saber o que aprender e em qual momento da vida.


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Profissionais cada vez mais jovens terminam seu ciclo de aprendizagem e capacitação acadêmica antes dos 35 anos, justamente para que mantenham essa competitividade perante outros pares e colegas que não tenham tido essa mesma iniciativa.


Esse dado de realidade traz aos profissionais mais velhos o medo de estarem “fora do jogo” e também de se exporem ao julgamento alheio ao começar, tardiamente, uma nova faculdade ou curso profissionalizante.

O que os mais velhos desconsideram é que a maturidade e a experiência profissional proporcionam uma coisa chamada “inteligência cristalizada”, que é a capacidade ampliada de aproveitar o conhecimento acumulado ao longo de anos conforme a idade avança.

Ou seja, ao contrário do que prega o mercado, os profissionais mais velhos têm muito mais a contribuir do que antes se imaginava. Equivocam-se as empresas que desconsideram a contratação dos mais velhos, mesmo com uma formação técnica inferior à dos candidatos mais jovens.


Lifelong learning: aprendizado constante ao longo da vida

Um outro conceito muito interessante que se aplica a todas as áreas da vida, não só ao ambiente profissional, chama-se “lifelong learner”: o indivíduo que passa a vida inteira estudando sobre temas dos mais diversos, aproveitando cada situação que a vida apresenta para transformá-la numa oportunidade de aprendizagem.

Da Física Quântica ao bordado, o que importa é saber hoje mais do que se sabia ontem.


Esse conceito (lifelong learner) cai como uma luva no universo do empreendedorismo, no qual temos muito mais dificuldades do que benesses, e são estas dificuldades nossos principais mestres ao longo do tempo e do desenvolvimento de uma empresa, bem como do amadurecimento do empreendedor.

Empreender, independente do tamanho da sua empresa, significa ter tempo limitado para estudar. O dia a dia do negócio nos engole e, presos nesse looping operacional, corremos o risco de não priorizar ações estratégicas necessárias que poderiam melhorar sua jornada empreendedora.


Sendo assim, consigo ver dois caminhos para quem está nesse lugar de “não ter tempo mas precisar” de mais recursos para melhorar seu negócio e potencializar resultados: colocar a aprendizagem como prioridade e parte integrante da estratégia da sua empresa, ou contratar esse conhecimento em forma de consultoria, trazendo para dentro do seu negócio alguém com as habilidades e competências que você, por uma razão ou por outra, não conseguiu adquirir.


A era do conhecimento é também a era da velocidade de informação, portanto quanto mais você se dedica a estudar aquilo que é relevante para as metas que estabeleceu, melhor preparado estará para conquistá-las.


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