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  • Fernanda Damy Haybittle

Prestação de serviços no Brasil

Ontem na inauguração da Clínica Be Healthy estávamos num grupo de mulheres conversando sobre trabalho, e surgiu o assunto da prestação de serviços.




No Brasil estamos acostumados à ligar valor e significado à coisas palpáveis: objetos de consumo que nos trazem conforto, status e prazer.

Já a prestação de serviços muitas vezes é vista como uma coisa menor, especialmente se ofertada por mulheres. Afinal, mulher trabalha para os "seus alfinetes", não? NÃO.

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Falo muito aqui de saúde mental e sei que é mais comum um paciente pagar 300 reais numa medicação do que 200 na sessão de terapia. Ele não quer e não sabe esperar. Não quer fazer a parte dele, quer pagar para que resolvam. E assim em muitos outros cenários.

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Eu acredito que isso se deva ao fato de que no Brasil a cultura e a educação não são devidamente valorizadas, mas o status e o dinheiro aparentes são portas de entrada para uma vida de sucesso e privilégios. É nosso jeitinho, né? Ah, que legal.

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Não proponho aqui uma solução para o problema, mas uma reflexão que antecede essa etapa: como você aí que está lendo esse post se identifica com o que eu escrevi? Você valoriza profissionais que prestam serviços, da funcionária da sua casa ao oncologista do seu pai?


Precisamos falar mais sobre isso.

#consultoria #carreira #negócios #transiçãoprofissional #emprego #serviços #precificação

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